BEC 2.0: Como a Pandemia Redefiniu os Ataques e a Governança de TI

4 de junho de 2026
5 min de leitura
BEC 2.0: Como a Pandemia Redefiniu os Ataques e a Governança de TI

Os golpes de compromisso de e-mail corporativo (BEC) evoluíram significativamente em sofisticação e escala durante a pandemia de Covid-19. Grupos como o nigeriano SilverTerrier intensificaram suas atividades, causando perdas financeiras substanciais em empresas de todos os portes.

De acordo com dados históricos, ataques BEC resultaram em mais de US$ 26 bilhões em perdas entre 2016 e 2019. A pandemia apenas exacerbou essa tendência, tornando essencial que as empresas adotem medidas robustas de cibersegurança.

O Aumento dos Ataques BEC Durante a Pandemia

Com a migração massiva para o trabalho remoto, os cibercriminosos encontraram novas oportunidades para explorar vulnerabilidades humanas e técnicas. Os ataques BEC se tornaram mais sofisticados, utilizando técnicas de engenharia social avançadas e inteligência artificial para criar mensagens cada vez mais convincentes.

Medidas de Prevenção e Recuperação

Para combater os ataques BEC, empresas estão investindo em:

  • Treinamento Anti-Phishing: Capacitação contínua dos funcionários para identificar e evitar golpes.

  • Financial Fraud Kill Chain: Processo do FBI para rastrear e recuperar fundos roubados.

  • Seguros Cibernéticos: Proteção financeira contra perdas decorrentes de ataques cibernéticos.

Implicações Legais e Responsabilidades

Recentemente, os tribunais têm sugerido que a responsabilidade pelas perdas decorrentes de ataques BEC deve recair sobre a parte que poderia ter evitado o incidente com maior facilidade.

Fonte: Dado Seguro - leia o artigo original em dadoseguro.com.br

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